Somente com as inovações de James Brown em meados dos anos 60 é que o funk passou a ser considerado um gênero distinto. Na tradição do R&B, estas bandas bem ensaiadas criaram um estilo instantaneamente reconhecível, repletos de vocais e côros de acompanhamento cativantes. Brown mudou a ênfase rítmica 2:4 do soul tradicional para uma ênfase 1:3, anteriormente associada com a música dos brancos - porém com uma forte presença da seção de metais. Com isto, a batida 1:3 virou marca registrada do funk ‘tradicional’. A gravação de Brown feita em 1965, de seu sucesso “Papa’s Got a Brand New Bag” normalmente é considerada como a que lançou o gênero funk, porém a música Outta Sight, lançada um ano antes, foi claramente um modelo rítmico para “Papa’s Got a Brand New Bag.” James Brown e os outros têm creditado a criação do gênero a Little Richard que em turnê com sua banda The Upsetters, com Earl Palmer na bateria, em meados de 1950s, como sendo a primeira a colocar o funk na batida do rock ‘n’ roll. Após a sua saída temporária da música secular para se tornar um evangelista, alguns dos membros da banda Little Richard, se juntaram a Brown e à sua banda Famous Flames, começando uma seqüência de sucessos em a partir de 1958.

Somente com as inovações de James Brown em meados dos anos 60 é que o funk passou a ser considerado um gênero distinto. Na tradição do R&B, estas bandas bem ensaiadas criaram um estilo instantaneamente reconhecível, repletos de vocais e côros de acompanhamento cativantes. Brown mudou a ênfase rítmica 2:4 do soul tradicional para uma ênfase 1:3, anteriormente associada com a música dos brancos - porém com uma forte presença da seção de metais. Com isto, a batida 1:3 virou marca registrada do funk ‘tradicional’. A gravação de Brown feita em 1965, de seu sucesso “Papa’s Got a Brand New Bag” normalmente é considerada como a que lançou o gênero funk, porém a música Outta Sight, lançada um ano antes, foi claramente um modelo rítmico para “Papa’s Got a Brand New Bag.” James Brown e os outros têm creditado a criação do gênero a Little Richard que em turnê com sua banda The Upsetters, com Earl Palmer na bateria, em meados de 1950s, como sendo a primeira a colocar o funk na batida do rock ‘n’ roll. Após a sua saída temporária da música secular para se tornar um evangelista, alguns dos membros da banda Little Richard, se juntaram a Brown e à sua banda Famous Flames, começando uma seqüência de sucessos em a partir de 1958.

Me sinto bem James Brown  Oh, Eu me sinto bem, eu sabia que me sentiria Eu me sinto bem, sabia que me sentiria Tão bem, tão bem, por ter você Oh, Eu me sinto bem, como açucar e tempero Eu me sinto bem, como açucar e tempeiro Tão bem, tão bem, porque tenho você Quando te tenho em meus braços Sei que não posso fazer nada de errado E quando te tenho em meus braços O meu amor não te fará mal algum E eu me sinto bem, como açucar e tempero Eu me sinto bem, como açucar e tempero Tão bem, tão bem, por que eu tenho você Quando te tenho em meus braços Sei que não posso fazer nada de errado E quando te tenho em meus braços O meu amor não te fará mal algum E eu me sinto bem, como açucar e tempeiro Eu me sinto bem, como açucar e tempeiro Tão bem, tão bem, Bem, porque eu tenho você Oh, eu me sinto bem, eu sabia que me sentiria Eu me sinto bem, eu sabia que me sentiria Tão bem, tão bem, porque eu tenho você Tão bem, tão bem, porque eu tenho você Tão bem, tão bem, porque eu tenho você Ei, oh, sim


Me sinto bem James Brown

Oh, Eu me sinto bem, eu sabia que me sentiria
Eu me sinto bem, sabia que me sentiria
Tão bem, tão bem, por ter você

Oh, Eu me sinto bem, como açucar e tempero
Eu me sinto bem, como açucar e tempeiro
Tão bem, tão bem, porque tenho você


Quando te tenho em meus braços
Sei que não posso fazer nada de errado
E quando te tenho em meus braços
O meu amor não te fará mal algum

E eu me sinto bem, como açucar e tempero
Eu me sinto bem, como açucar e tempero
Tão bem, tão bem, por que eu tenho você

Quando te tenho em meus braços
Sei que não posso fazer nada de errado
E quando te tenho em meus braços
O meu amor não te fará mal algum

E eu me sinto bem, como açucar e tempeiro
Eu me sinto bem, como açucar e tempeiro
Tão bem, tão bem, Bem, porque eu tenho você

Oh, eu me sinto bem, eu sabia que me sentiria
Eu me sinto bem, eu sabia que me sentiria
Tão bem, tão bem, porque eu tenho você
Tão bem, tão bem, porque eu tenho você
Tão bem, tão bem, porque eu tenho você
Ei, oh, sim



Piriguete
MC Papo
Quando ela me vê ela mexe Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete Rebola devagar depois desce Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete
De mini saia rodada Blusa rosinha Decote enfeitado Com um monte de purpurina Ela não paga ganha cortesia Foge se a sua carteira estiver vazia
Vai na micareta Vai no Pop Rock Festa de Axé Ela só anda de top Ela usa brilho Piercing no umbigo Quando toca reggaeton Quer ficar comigo ?
Quando ela me ve ela mexe Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete Rebola devagar depois desce Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete
Foto de espelho na exibição Ela curte funk quando chega o verão No inverno essa mina nunca sente frio Desfila pela night com o short curtinho 157 de marido Ela gosta é de cara comprometido
Não tem carro Anda de carona Ela anda sexy toda guapetona Ela não é amante Não é prostituta Ela é fiel Ela é substituta
Quando ela me vê ela mexe Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete Rebola devagar depois desce Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete ! Em Governador Lá em Salvador Rio de Janeiro Santos e BELÔ Todo mundo já conhece Sabe o que acontece Quando vê a gente Ela se oferece Mexe o seu corpo como se fosse uma mola Dedinho na boquinha Ela olha e rebola Chama a atenção Vem na sedução Essa noite vai ser quente Eu vou dar pressão Quando ela me vê ela mexe Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete

Piriguete

MC Papo

Quando ela me vê ela mexe
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete
Rebola devagar depois desce
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete

De mini saia rodada
Blusa rosinha
Decote enfeitado
Com um monte de purpurina
Ela não paga
ganha cortesia
Foge se a sua carteira estiver vazia

Vai na micareta
Vai no Pop Rock
Festa de Axé
Ela só anda de top
Ela usa brilho
Piercing no umbigo
Quando toca reggaeton
Quer ficar comigo ?

Quando ela me ve ela mexe
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete
Rebola devagar depois desce
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete

Foto de espelho na exibição
Ela curte funk quando chega o verão
No inverno essa mina nunca sente frio
Desfila pela night com o short curtinho
157 de marido
Ela gosta é de cara comprometido

Não tem carro
Anda de carona
Ela anda sexy toda guapetona
Ela não é amante
Não é prostituta
Ela é fiel
Ela é substituta

Quando ela me vê ela mexe
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete
Rebola devagar depois desce
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete !
Em Governador
Lá em Salvador
Rio de Janeiro
Santos e BELÔ
Todo mundo já conhece
Sabe o que acontece
Quando vê a gente
Ela se oferece
Mexe o seu corpo como se fosse uma mola
Dedinho na boquinha
Ela olha e rebola
Chama a atenção
Vem na sedução
Essa noite vai ser quente
Eu vou dar pressão
Quando ela me vê ela mexe
Piri, Pipiri, Pipiri, Piri, Piriguete

O estilo musical, embora apresente expansão mercadológica, continua sendo alvo de muita resistência, sendo bastante criticado por intelectuais e parte da população.
O funk carioca é geralmente criticado por ser pobre em criatividade, por muitas vezes apresentar uma linguagem obscena e vulgar apelando para letras obscenas, com apologia ao crime, drogas e tráfico, e à sexualidade exarcebada, para fazer sucesso. 
Grande parte do criticismo vem também da associação do ritmo ao tráfico, pois bailes funk são costumeiramente realizados por traficantes, para atrair consumidores de drogas aos morros. 
Outro problema relatado do funk é o volume no qual costuma ser executado: bailes funk quase sempre não respeitam qualquer limite de decibéis, o que configura outra transgressão à lei 

O estilo musical, embora apresente expansão mercadológica, continua sendo alvo de muita resistência, sendo bastante criticado por intelectuais e parte da população.

O funk carioca é geralmente criticado por ser pobre em criatividade, por muitas vezes apresentar uma linguagem obscena e vulgar apelando para letras obscenas, com apologia ao crimedrogas e tráfico, e à sexualidade exarcebada, para fazer sucesso. 

Grande parte do criticismo vem também da associação do ritmo ao tráfico, pois bailes funk são costumeiramente realizados por traficantes, para atrair consumidores de drogas aos morros. 

Outro problema relatado do funk é o volume no qual costuma ser executado: bailes funk quase sempre não respeitam qualquer limite de decibéis, o que configura outra transgressão à lei 

O funk carioca é um estilo musical originado do Brasil, mais precisamente do Rio de Janeiro. Apesar do nome, é diferente do funk originário dos Estados Unidos. Isso ocorreu, pois a partir dos anos 1970 eram realizados bailes black, soul, shaft ou funk, com o tempo, os DJs foram buscando novos ritmos de música negra, mas o nome original permaneceu.

Ao longo da nacionalização do funk, os bailes - até então, realizados nos clubes dos bairros do subúrbio da capital - expandiram-se a céu aberto, nas ruas, onde as equipes rivais se enfrentavam disputando quem tinha a aparelhagem mais potente, o grupo mais fiel e o melhor DJ. Neste meio surge DJ Marlboro, um dos vários protagonistas do movimento funk.
Com o tempo, o funk ganhou grande apelo entre moradores de comunidades carentes, as músicas tratavam o cotidiano dos frequentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas.
O funk conseguiu mascarar seu ritmo, mostrando-se mais parecido com um rap americano e integrou-se um pouco mais às classes cariocas. Seu ritmo hipnótico e sua batida repetitiva denominada “pancadão" ou "tamborzão" também contribuíram para que mais pessoas se tornassem adeptas dessa música, fazendo com que o estilo chegasse a movimentar cerca de R$ 10 milhões por mês no Estado do Rio. Algumas letras eróticas e de duplo sentido normalmente desvalorizando o gênero feminino. 

funk carioca é um estilo musical originado do Brasil, mais precisamente do Rio de Janeiro. Apesar do nome, é diferente do funk originário dos Estados Unidos. Isso ocorreu, pois a partir dos anos 1970 eram realizados bailes blacksoulshaft ou funk, com o tempo, os DJs foram buscando novos ritmos de música negra, mas o nome original permaneceu.

Ao longo da nacionalização do funk, os bailes - até então, realizados nos clubes dos bairros do subúrbio da capital - expandiram-se a céu aberto, nas ruas, onde as equipes rivais se enfrentavam disputando quem tinha a aparelhagem mais potente, o grupo mais fiel e o melhor DJ. Neste meio surge DJ Marlboro, um dos vários protagonistas do movimento funk.

Com o tempo, o funk ganhou grande apelo entre moradores de comunidades carentes, as músicas tratavam o cotidiano dos frequentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas.

O funk conseguiu mascarar seu ritmo, mostrando-se mais parecido com um rap americano e integrou-se um pouco mais às classes cariocas. Seu ritmo hipnótico e sua batida repetitiva denominada “pancadão" ou "tamborzão" também contribuíram para que mais pessoas se tornassem adeptas dessa música, fazendo com que o estilo chegasse a movimentar cerca de R$ 10 milhões por mês no Estado do Rio. Algumas letras eróticas e de duplo sentido normalmente desvalorizando o gênero feminino. 


Soul (em inglês: alma) é um gênero musical dos Estados Unidos da América que nasceu dorhythm and blues e do gospel durante o final da década de 1950 e início da de 1960 entre osnegros.[1] Durante a mesma época, o termo soul já era usado nos EUA como um adjetivousado em referência ao afro-americano, como em "soul food" (“comida de negro”)[2]. Esse uso apareceu justamente numa época de vários movimentos de liberalismo social, tanto com a revolução dos jovens com o uso das drogas, como os movimentos anti-guerra e anti-racial. Por consequência, a “música soul” nada mais era que uma referência a música dos negros, independente de gênero.[3]
A apresentação da música soul é muito emotiva; a melodia é bem ornamentada e com improvisações, rodopios corporal do cantor e efeitos sonoros dos instrumentos. Os ritmos pegam facilmente, acentuados com o bater de palmas e os movimentos plásticos da coreografia são detalhes importantes. Outras características estilísticas importantes são as perguntas e respostas entre o cantor solista e o grupo coral, no estilo responsorial, e uma interpretação dramática do vocalista principal. A música soul normalmente também apresenta cantores acompanhados por uma banda tradicionalmente composta de uma seção rítmica e de metais.

Soul (em inglês: alma) é um gênero musical dos Estados Unidos da América que nasceu dorhythm and blues e do gospel durante o final da década de 1950 e início da de 1960 entre osnegros.[1] Durante a mesma época, o termo soul já era usado nos EUA como um adjetivousado em referência ao afro-americano, como em "soul food" (“comida de negro”)[2]. Esse uso apareceu justamente numa época de vários movimentos de liberalismo social, tanto com a revolução dos jovens com o uso das drogas, como os movimentos anti-guerra e anti-racial. Por consequência, a “música soul” nada mais era que uma referência a música dos negros, independente de gênero.[3]

A apresentação da música soul é muito emotiva; a melodia é bem ornamentada e com improvisações, rodopios corporal do cantor e efeitos sonoros dos instrumentos. Os ritmos pegam facilmente, acentuados com o bater de palmas e os movimentos plásticos da coreografia são detalhes importantes. Outras características estilísticas importantes são as perguntas e respostas entre o cantor solista e o grupo coral, no estilo responsorial, e uma interpretação dramática do vocalista principal. A música soul normalmente também apresenta cantores acompanhados por uma banda tradicionalmente composta de uma seção rítmica e de metais.

Década de 60: O Funk Indecente  O funk surgiu como uma “mescla” entre os estilos R&B, jazz e soul. No início, o estilo era considerado indecente, pois a palavra “funk” tinha conotações sexuais na língua inglesa. O funk acabou incorporando a característica, tem uma música com um ritmo mais lento e dançante, sexy, solto, com frases repetidas. Década de 70: O P-Funk A alteração mais característica do funk, na década de 70, foi feita por George Clinton, com suas bandas Parliament, e, posteriormente, Funkadelic. Tratava-se de um funk mais pesado, influenciado pela psicodelia, dando origem ao subgênero chamado P-Funk. Nesse período surgiram renomadas bandas como B.T. Express, Commodores, Earth Wind & Fire, War, Lakeside, Brass Construction, Kool & The Gang, etc. Década de 80 e Contexto Atual: As Fusões Comerciais A década de 80 serviu para “quebrar” o funk tradicional e transformá-lo em vários outros subgêneros, de acordo com o gosto do ouvinte, já que a música nesse período era extremamente comercial. Seus derivados rap, hip-hop e break ganhavam uma força gigantesca nos EUA através de bandas como Sugarhill Gang e Soulsonic Force.  No final dos anos 80, surgiu a house music. Derivado do funk, esse estilo tinha como característica a mistura do funk tradicional com samplers e efeitos sonoros eletrônicos.
A house music foi um novo fenômeno nas pistas de dança do mundo inteiro. Um pouco mais recente, o funk sofreu alterações para o lado do metal, com a fusão de guitarras distorcidas de heavy-metal com batida do funk através de bandas atuais como Red Hot Chili Peppers e Faith No More. 

Década de 60: O Funk Indecente 

O funk surgiu como uma “mescla” entre os estilos R&B, jazz e soul. No início, o estilo era considerado indecente, pois a palavra “funk” tinha conotações sexuais na língua inglesa. O funk acabou incorporando a característica, tem uma música com um ritmo mais lento e dançante, sexy, solto, com frases repetidas. 

Década de 70: O P-Funk 

A alteração mais característica do funk, na década de 70, foi feita por George Clinton, com suas bandas Parliament, e, posteriormente, Funkadelic. Tratava-se de um funk mais pesado, influenciado pela psicodelia, dando origem ao subgênero chamado P-Funk. Nesse período surgiram renomadas bandas como B.T. Express, Commodores, Earth Wind & Fire, War, Lakeside, Brass Construction, Kool & The Gang, etc. 

Década de 80 e Contexto Atual: As Fusões Comerciais 

A década de 80 serviu para “quebrar” o funk tradicional e transformá-lo em vários outros subgêneros, de acordo com o gosto do ouvinte, já que a música nesse período era extremamente comercial. Seus derivados rap, hip-hop e break ganhavam uma força gigantesca nos EUA através de bandas como Sugarhill Gang e Soulsonic Force. 
No final dos anos 80, surgiu a house music. Derivado do funk, esse estilo tinha como característica a mistura do funk tradicional com samplers e efeitos sonoros eletrônicos.

A house music foi um novo fenômeno nas pistas de dança do mundo inteiro. Um pouco mais recente, o funk sofreu alterações para o lado do metal, com a fusão de guitarras distorcidas de heavy-metal com batida do funk através de bandas atuais como Red Hot Chili Peppers e Faith No More. 


Oficialmente, quem inventou o funk foi James Brown é considerado o pai do funk. No entanto, pouco antes dele, outros grupos e músicos americanos fizeram trabalhos em estilo posteriormente reconhecido como funk. Entre eles, destacam-se: The Meters, Dyke & the Blazers, The Isley Brothers e Otis Redding. Nos anos 70, George Clinton, com suas bandas Parliament, e, posteriormente, Funkadelic, desenvolveu um tipo de funk mais pesado, influenciado pelo jazz e Rock psicodélico. As duas bandas tinham músicos em comum, o que as tornou conhecidas como ‘Parliament-Funkadelic’. O surgimento do Parliament-Funkadelic deu origem ao chamado P-Funk’, que se referia tanto à banda quanto ao subgênero que desenvolveu.
Outros grupos de funk que surgiram nos anos 70 incluindo: B.T. Express, The Main Ingredient, The Commodores, Earth, Wind & Fire, War,Lakeside, Brass Construction, KC and the Sunshine Band, Kool & The Gang, Chic, Cameo, Fatback, The Gap Band, Instant Funk, The Brothers Johnson, Ohio Players, Wild Cherry, Skyy, e músicos/cantores como Jimmy “Bo” Horne, Rick James, Chaka Khan, Tom Browne,Kurtis Blow (um dos precursores do rap), e os popstars Michael Jackson e Prince. 

Oficialmente, quem inventou o funk foi James Brown é considerado o pai do funk. No entanto, pouco antes dele, outros grupos e músicos americanos fizeram trabalhos em estilo posteriormente reconhecido como funk. Entre eles, destacam-se: The Meters, Dyke & the Blazers, The Isley Brothers e Otis Redding. Nos anos 70, George Clinton, com suas bandas Parliament, e, posteriormente, Funkadelic, desenvolveu um tipo de funk mais pesado, influenciado pelo jazz e Rock psicodélico. As duas bandas tinham músicos em comum, o que as tornou conhecidas como ‘Parliament-Funkadelic’. O surgimento do Parliament-Funkadelic deu origem ao chamado P-Funk’, que se referia tanto à banda quanto ao subgênero que desenvolveu.

Outros grupos de funk que surgiram nos anos 70 incluindo: B.T. Express, The Main Ingredient, The Commodores, Earth, Wind & Fire, War,Lakeside, Brass Construction, KC and the Sunshine Band, Kool & The Gang, Chic, Cameo, Fatback, The Gap Band, Instant Funk, The Brothers Johnson, Ohio Players, Wild Cherry, Skyy, e músicos/cantores como Jimmy “Bo” Horne, Rick James, Chaka Khan, Tom Browne,Kurtis Blow (um dos precursores do rap), e os popstars Michael Jackson e Prince. 

Os músicos negros norte-americanos primeiramente chamavam de funk à música com um ritmo mais suave. Esta forma inicial de música estabeleceu o padrão para músicos posteriores: uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas (riffs) e principalmente dançante.
Funk era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a “apimentar” mais as músicas, dizendo: Now, put some stank (stink/funk) on it!” (algo como “coloque mais ‘funk’ nisso!”).
Num jazz de Mezz Mezzrow dos anos 30, Funky Butt, a palavra já aparecia. Devido à conotação sexual original, a palavra funk era normalmente considerada indecente. Até o fim dos anos 50 e início dos 60, quando “funk” e “funky” eram cada vez mais usadas no contexto da soul music, as palavras ainda eram consideradas indelicadas e inapropriadas para uso em conversas educadas.
A essência da expressão musical negra norte-americana tem suas raízes nos spirituals, nas canções de trabalho, nos gritos de louvor, no gospel e no blues.
Na música mais contemporânea, o gospel, o blues e suas variantes tendem a fundir-se.
O funk se torna assim uma fusão do soul, do jazz e do R&B.

Os músicos negros norte-americanos primeiramente chamavam de funk à música com um ritmo mais suave. Esta forma inicial de música estabeleceu o padrão para músicos posteriores: uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas (riffs) e principalmente dançante.

Funk era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a “apimentar” mais as músicas, dizendo: Now, put some stank (stink/funk) on it!” (algo como “coloque mais ‘funk’ nisso!”).

Num jazz de Mezz Mezzrow dos anos 30, Funky Butt, a palavra já aparecia. Devido à conotação sexual original, a palavra funk era normalmente considerada indecente. Até o fim dos anos 50 e início dos 60, quando “funk” e “funky” eram cada vez mais usadas no contexto da soul music, as palavras ainda eram consideradas indelicadas e inapropriadas para uso em conversas educadas.

A essência da expressão musical negra norte-americana tem suas raízes nos spirituals, nas canções de trabalho, nos gritos de louvor, no gospel e no blues.

Na música mais contemporânea, o gospel, o blues e suas variantes tendem a fundir-se.

O funk se torna assim uma fusão do soul, do jazz e do R&B.